10 de abr de 2017

Como distinguir emoções maduras de emoções imaturas?

Você gostaria de saber por que algumas pessoas agem de modo irracional e infantil? Reações infantis são a causa da maioria dos conflitos e problemas de relacionamento. É conhecida como regressão de idade. Muitas pessoas não reconhecem quando agem assim e acreditam que foram provocados por outras pessoas ou circunstâncias.
Nosso cérebro constantemente ´´escaneia´´ nosso ambiente e compara nossas experiências atuais com nossas memórias do passado. Quando algo desencadeia nossas memórias passadas, nosso cérebro verifica essas memórias para informações adicionais, tais como as possíveis consequências e possíveis respostas. Se houver emoções não resolvidas, ou intensas, relacionadas a essas lembranças, elas também serão acionadas.
    Você não ficará consciente dessas memórias e do processo interno de buscar memórias, mas vai ficar consciente das emoções que elas causam. Essas emoções podem fazer você reagir como se estivesse reagindo à situação do passado, não no presente. Você pode perder a consciência da sua compreensão adulta e recorrer a comportamentos que você aprendeu quando criança.
    Algumas pessoas, por exemplo, não estão certas se confiam em si mesmas ou na
persuasão de outras pessoas. Elas podem ser condicionadas pela culpa infantil, vergonha ou outras emoções. Em tais circunstâncias é importante fazer a distinção entre o adulto e a culpa infantil, ou entre o adulto e vergonha infantil. Outras pessoas precisam descobrir se a sua raiva e ressentimento é realista, ou vem do seu passado. Aprender a fazer isso pode evitar muitos conflitos desnecessários.
Emoções imaturas podem influenciar todos os perfis da sua vida e a maioria de suas decisões: desde os seus planos para o que fazer ou não fazer hoje até a sua escolha de parceiro íntimo. Depois que você aprender a reconhecê-los, toda a sua vida pode mudar.
Aqui estão algumas diferenças entre emoções adultas e emoções infantis:
  • A intensidade das emoções adultas é adequada para a situação. Em situações cotidianas é, geralmente, um leve desconforto, como um aviso.
  • As emoções adultas nos motivam e nos dão energia para a ação apropriada, tal como a defesa de nossas fronteiras e integridade.
  • Geralmente não temos nenhum problema em expressar emoções adultas. Estas partes de nós foram capazes de amadurecer, porque puderam ser reconhecidas e expressas dentro de nossas famílias. Podemos nos sentir mal e estressados, no entanto, se as nossas emoções adultas forem misturadas com sentimentos insalubres e culpa. Isso é muito comum, uma vez que a maioria das pessoas aprendem desde cedo a se sentirem culpadas ao expressar seus sentimentos com sinceridade.
  • Emoções de adultos não se esquecem da tensão e do desconforto depois que a situação seja resolvida.
  • As emoções de adultos nos permitem perceber os dois lados da história.
  • As emoções de adultos não nos fazem sentir humilhados, nem com a necessidade de humilhar ou machucar os outros.
  • Emoções infantis são excessivamente intensas ou contidas.

Às vezes, os detalhes no comportamento de outras pessoas provocam emoções fortes. Podemos nos tornar facilmente convencidos de que essas emoções fortes são justificadas, mesmo que o nosso senso comum nos diga o contrário. Isso geralmente acontece em relacionamentos íntimos, uma vez que despertam nossas emoções mais profundas. Nesses momentos, é difícil parar de pensar sobre o comportamento da outra pessoa e assumir a responsabilidade por nossas emoções – mas em muitos momentos, isso é o mais importante a ser feito e traz muitos benefícios.
Fonte: Psych Central traduzido e adaptado por Psiconlinews
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2 de abr de 2017

Mitomania ou mentira compulsiva: o que você precisa saber sobre este hábito?

O que é a mitomania?
Mentir é o ato de intencionalmente e deliberadamente fazer uma declaração falsa. A mitomania ou mentira compulsiva é uma tendência patológica pela mentira. A maioria das pessoas fazem isso por medo, mas a mentira compulsiva interfere no julgamento racional, no relacionamento familiar e especialmente social. Os termos mentiroso patológico, mitônomo e mentiroso crônico são frequentemente usados para se referir a um mentiroso compulsivo.
Quais são as causas da mitomania?
A literatura aponta que não existe uma causa da mitomania, mas um conjunto de fatores associados podem provoca o problema: histórico de vida, relacionamentos, padrão de relação parental, genética e experiências. Acredita-se que a baixa auto-estima, necessidade de apreço ou atenção e a tentativa de se proteger de situações constrangedoras marquem o início da mitomania.
Como a mentira compulsiva pode se desenvolver desde a infância?
Na infância, devido a imaturidade ­mental, as crianças podem mentir com alguma recorrência. Muitas crianças tem dificuldade de enfrentar algumas frustrações e críticas e acabam mentindo para os pais na tentativa de preservar sua auto imagem. Essa característica só assume um caráter patológico quando a criança inclinada à mitomania constata que sua mentira pode ser entendida como verdade sem nenhuma consequência negativa associada. Por outro lado, um sentimento de prazer e de poder pode facilmente incitá-la a repetir o mesmo comportamento. À medida que os colegas acreditam em suas histórias e ela começa a se sentir aceita e interessante, o mitônomo passa a contar cada vez histórias mais incríveis e a tornar disso um hábito com a repetição do comportamento de mentir sem nenhuma finalidade específica. Esse distúrbio pode ter origem na baixa auto estima da criança e na supervalorização de suas crenças, com o não enfrentamento da angústia ou frustração associada a uma situação.
Qual a diferença entre um o indivíduo que fala uma mentira esporádica e o mentiroso compulsivo?
Um mentiroso compulsivo é definido como alguém que mente como um hábito, desde a infância. Mentir, neste caso, é a sua forma normal de responder à qualquer pergunta, por mais simples que seja. Algumas vezes são pequenas mentiras, outras são muito elaboradas, cheias de detalhes, que induzem a própria pessoa a acreditar nelas. Mentirosos compulsivos podem esconder a verdade sobre tudo, quer seja algo grande ou pequeno. Por outro lado, para um mentiroso compulsivo, dizer a verdade pode chegar a ser muito estranho e desconfortável.
Qual é a diferença entre um sociopata e um mentiroso compulsivo?
Um sociopata é normalmente definido como alguém que mente incessantemente para obter uma vantagem a sua maneira, ele faz isso com pouca preocupação com os outros. Um sociopata é muitas vezes orientado por um objetivo, ou seja, a mentira é focada para obter um ganho ou vantagem. Sociopatas têm pouca ou nenhuma consideração ou respeito pelos direitos e sentimentos dos outros. Eles podem ser encantadores e carismáticos, mas usam suas habilidades e talentos sociais de forma manipuladora e egocêntrica. A maior parte dos mentirosos compulsivos não são necessariamente manipuladores, eles sofrem com seu hábito de mentir, tendo as relações sociais sempre sob risco de serem quebradas.
O mitômano possui consciência de que está mentindo?
O mitômano sempre sabe, no fundo, o que ele diz não é totalmente verdadeiro, embora não possuam consciência plena da intenção de cada mentira. Por isso, acabam por iludir os outros em histórias de fins mirabolantes, com o intuito de suprirem aquilo que falta em suas vidas. A tendência a mentira parece ser perseverante, não é provocada pela situação imediata ou pressão social, mas representa uma característica inata da personalidade. As histórias contadas tendem a apresentar o mentiroso sempre favoravelmente. Por exemplo, a pessoa pode ser apresentada como sendo fantasticamente corajosa ou estar relacionado com muitas pessoas famosas.
Como é feito o diagnóstico?
Com o tempo, é natural as pessoas que rodeiam um mitômano perceberem a mentira. Porém, mais importante do que identificar a ação repetida de mentir, é reconhecer este ato como um hábito patológico. Mentira excessiva é um sintoma comum de diversas doenças mentais. Por exemplo, pessoas que sofrem de transtorno de personalidade anti-social usualmente mentem para se beneficiar os outros. Alguns indivíduos com transtorno de personalidade borderline podem mentir para chamar a atenção, alegando que eles foram mal tratados ou pressionados. A mentira patológica, pode ser descrita como um vício em mentir. É quando o indivíduo mente sem nenhum ganho pessoal. As mentiras são geralmente brancas e muitas vezes parecem sem sentido. O diagnóstico da mitomania pode ser feito pelo médico psiquiatra ou psicoterapeuta após uma avaliação.
Existem diferenças no cérebro do mentiroso compulsivo?
Yang e colaboradores, 2007 examinaram os volumes de substância branca em quatro sub-regiões pré-frontais, utilizando a ressonância magnética estrutural em 10 mentirosos patológicos, 14 controles anti-sociais e 20 controles normais. Mentirosos patológicos mostraram um aumento relativamente generalizado na substância branca (23-36%) nas regiões orbitofrontal, médio e inferior, mas não superior nos giros frontais em comparação com os controles anti-sociais e normal. Este aumento da substância branca podem predispor algumas pessoas a mentira patológica.
A mitomania tem cura?
Os mitômanos vêem que estão sofrendo de um mal e desejam curar-se, mas raramente procuram ajuda por vontade própria. A compreensão dos companheiros ou familiares é muito importante. Se houver punição o tratamento é dificultado. É preciso fazer uma reinserção social da melhor maneira possível, trazendo o indivíduo positivamente à realidade.
Como é o tratamento?
O mais importante que o indivíduo consiga reconhecer os prejuízos que seu comportamento pode trazer para si e para terceiros e que queira mudá-lo. O tratamento geralmente envolve acompanhamento psicológico e, no caso de pessoas que também apresentem outros quadros psiquiátricos (como depressão e ansiedade), tratamento medicamentoso pode ser recomendado. Psicoterapia parece ser um dos poucos métodos para tratar uma pessoa que sofre de mentira patológica pois ajuda o indivíduo a desenvolver novos repertórios, reforçando relatos verdadeiros e ignorando relatos falsos. Neste contexto trabalha-se a extinção deste hábito disfuncional através o foco na visão distorcida de si mesmo. Algumas pesquisas indicam que certas pessoas podem ter uma predisposição para mentir.
Quais os riscos para o mitômano que não busca tratamento?
Há muitas consequências de ser um mentiroso patológico. Devido à falta de confiança, relacionamentos e amizades tendem a ser destruídos. Se a doença continua a progredir, a mentira pode se tornar tão grave que eventualmente pode causar problemas de ordem social, psicológica e até legal. A pessoa geralmente é excluída do grupo que frequenta por vivenciar situações sem saída, passar por situações embaraçosas e perder a confiança de todos ao seu redor.

Créditos: 

Claudia Petlik Fischer, Maria Alice Fontes


Bibliografia:

28 de mar de 2017

Você carrega o mundo nas costas? O "complexo de Atlas"

Você sente dores no pescoço, nas costas e parece estar constantemente cansado? Os seus pensamentos estão geralmente voltados para as pessoas de seu convívio ou trabalho?

 Você pode sofrer do "Complexo de Atlas". Na mitologia Grega, Atlas era um titã que foi condenado por Zeus a carregar o mundo nas costas.Prestem atenção na palavra "condenado", Atlas foi condenado. E nós, porque fazemos isso voluntariamente? Nos habituamos a cuidar da vida dos outros  e com isso a nossa vida fica à mercê da própria sorte ou azar.

 É comum nas pessoas que sofrem deste complexo centralizarem as coisas para si, pois simplesmente não confiam que o outro vai dar conta ou que não fariam tão bem quanto ela.       
 Muitas vezes,  quem tem o "complexo de atlas" possui dificuldades em deixar que os outros cresçam em seu próprio ritmo e arquem com as consequências das escolhas que fazem para sua vida. Além disso, geralmente, querem direcionar a vida das pessoas à sua volta, sofrer por elas, porém,  isso gera um desgaste extremo e não causa o resultado que esperado para a vida dos outros. 
Agora reflita : os problemas dos demais não diminuirão porque você preocupa-se com eles. Enquanto isso, os seus problemas só aumentarão pois você não estará cuidando de si e nem de sua própria vida. Isso começará a lhe acarretar dores físicas e emocionais como ansiedade, tristeza, raiva e culpa.
Pense: O que é realmente seu? Comece a tirar o peso que colocou em suas costas e devolver ao mundo o que não lhe pertence. Retome o seu caminho com mais leveza. Reedescubra o que você gosta, o que lhe dá prazer. Confie na capacidade que as pessoas tem de cuidar da vida delas e cuide de você mesmo, só assim, estando bem você entenderá o seus limites e saberá até a melhor maneira de ajudar as pessoas à sua volta. Lembrem-se sempre que viemos ao mundo para sermos felizes, se isto não está acontecendo é porque há algo errado. Se tirar “o mundo das costas” lhe parece difícil, procure ajudaolhe para si mesmo e busque o autocuidado.

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18 de jan de 2017

Síndrome do Pensamento Acelerado Porque isto tá afetando nossas crianças e adolescentes?

Segundo Augusto Cury nossas crianças e adolescente estão sendo bombardeada de tantas informações e obrigações que já não conseguem se organizar mentalmente. Segundo este escritor, psiquiatra e pioneiro nas pesquisas sobre esta síndrome, o excesso de informações possa acarreta problemas prejudiciais à saúde de modo geral.

Sintomas como agitamento, irritabilidade, desatenção, aceleramento, persistência, apreensão, falta de memória, déficit de atenção, insônia, humor flutuante e cometer os mesmos erros varias vezes podemos considerar como indícios desta síndrome¹ que é muito confundida pelos psiquiatras como Hiperatividade.
Conforme, vários artigos publicados sobre o assunto, ela não é uma doença, mas se vincula ao transtorno² de ansiedade. O esgotamento mental desacelera o pensamento e se converte em cansaço físico, roubando toda energia produzida pelo corpo.
                                        Ensinar a serem Pensadores
NÃO
Servos de seus pensamentos
  
Deixo um alerta para os pais, evitem presentear excessivamente as crianças, pois, vários cuidadores acreditam que satisfazendo elas somente com bens matérias podem suprir a necessidade afetiva e emocional. Vamos mostrar para elas que é importante socializar e construir brincadeiras que estão além de um celular, vídeo game, tablete para ter migalhas.

 Devemos ficar atentos aos sintomas e a forma como educando nossas crianças. Se não tratada pode causar o ultimo estagio do adoecimento a psiquiátrico, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, distúrbios alimentares, etc.  
Visto que estamos adoecendo rapidamente e coletivamente devido o meio na qual estamos vivendo. Isto nos proporciona muita comodidade, vícios, cobranças e trilhões de afazeres que são desnecessários. Nossas crianças não estão tendo mais tempo para brincar na rua, fazer amigo, nadar no rio, subir em árvores, não estão resgatando mais a origem dos séculos passados por causa da tecnologia que suga toda criatividade, as bagunça e as brincadeiras.
 O pensamento não consegue se organizar devido o aceleramento, podendo causar o adoecimento psíquico e não só a depressão, mas ansiedade, anorexias, bulimias, transtornos psicossomáticos e etc. O escritor ainda afirma que diversas vezes que a sociedade toma caminhos conturbados e inadequados, ocorre o adoecimento rápido e coletivo. Com isso, deixamos de cuidar das emoções é ter qualidade de vida.
Atualmente como profissional do corpo e da alma, convivo com crianças que estão em um mundo de descobrimento, adolescentes que estão começando a se consolidar como indivíduos de personalidades únicas e adultos que buscam sempre a realização do todo (pessoal, profissional, familiar, etc), estamos vivemos em uma sociedade que busca tanta perfeição, praticidade e ambição que os valores de viver bem e feliz deixaram de ser prioridades.
Pode se perceber que nosso corpo é espelho dos nossos sentimentos. A ansiedade é um instrumento de alerta para dizer que há algo errado em nosso cotidiano e existe varias mudanças que vemos observar sendo elas, comer ou comprar compulsivamente, disturbios do sono, taquicardia, sudorese e inquietação, são prejudiciais e incomodam muito seu bem e estar e paz interior.
Como lidar com esta situação, melhor forma é procurar orientação com especialista e também mudar o estilo e a rotina da vida diária. Normalmente é orientado intercalar as tarefas com lazeres e atividades físicas, na qual possibilita o corpo e a mente funcionar de maneira organizada e tranquila. Fazer pausas e dedicar a prazeres (musica, teatro, dança, livros) ajudando a mente a descansar e se tornar mais efetiva ao retornas aos afazeres. 
A psicologia infantil e a psicopedagoga permitem explorar e observar além de um mau comportamento, medo ou dificuldade.  É possível trabalhar mecanismos conscientes e inconscientes, onde o indivíduo não consegue identificar o motivo pelo qual este sentimento ou comportamento esta presente.
A terapia cognitiva comportamental trabalhar diretamente com a ação e reação, ou seja, funcionamos em um mecanismo onde

PENSO   ----->     SINTO  ------->     FAÇO

Com os adultos é um pouco diferente, pois, colocamos mais barreiras, obstáculos e algumas vezes montanhas para poder fingir que ta tudo bem e tudo certo. São vistos como pessoas maduras, racionais, compreensivas e sentimentais algumas vezes, mas não deixaram de ter problemas que ainda sozinhos não conseguem solucionar. Compreendemos que devemos ter a capacidade de ser auto-suficiente, mas também errantes. No entanto, devemos ir com calma, pois, podemos ser tudo isto, mas também somos humanos, temos momento de fragilidade e não devemos deixar o orgulho atrapalhar o bom que você tem para poder mudar e conquistar seus sonhos.
Mas ao olhar para espelho e vê que não consegue realizar determinada tarefa sozinho, nada como uma boa conversa para poder aliviar aquilo que tanto agonia e aperta dentro de nós.

Referências:                                                                            
Augusto Cury: Síndrome do Pensamento Acelerado x Hiperatividade
Acesso em: 24/11/2016

Síndrome do pensamento acelerado: sintomas, causas e tratamento. Disponível em: http://vivomaissaudavel.com.br/saude/clinica-geral/sindrome-do-pensamento-acelerado-sintomas-causas-e-tratamento/ Acesso: Acesso em: 24/11/2016

Marília Moraes Rezende
Trabalho com a abordagem TCC (terapia cognitiva comportamental) conclui o bacharel em Psicologia na Faculdade Pitágoras de Uberlândia (2012) atualmente analiso diversos comportamentos e perfis de personalidade e detectar a melhor maneira de cuidar da vida humana. Pós Graduada em Psicopedagoga e Neuropedagogia na Instituição (Passo 1) onde lido com as problemas de dificuldades em aprendizagem, dislexia, discalculia, TDH, TDA, Espectro do Autismo, Síndrome de Down, distúrbios psíquicos, entre outros transtornos e traumas infantis. Especializei na abordagem AT (Análise Transacional) na lida com a personalidade (individual e social) do indivíduo e é uma psicoterapia sistemática para o crescimento e mudança pessoal voltadas para adolescentes e adultos. 
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